Autoconhecimento para vencer os próprios limites

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O sorriso, a serenidade e a energia da Lawrene são suas marcas registradas.

Lawrene conheceu a SaúdePerformance e começou a correr em 2011, quando já não conseguia manter uma rotina de exercícios de forma regular na academia. De lá para cá, aprendeu a nadar – começando pela lição de soltar “borbolhas”- e a pedalar. Já conquistou diversas competições de sucesso como travessias no mar, meia maratonas, provas de trilha e um Meio Iron. Conheça mais sobre a história de uma guerreira que conhece bem tudo o que o esporte é capaz de fazer pela evolução física e mental de uma atleta.

A CADA NOVA ATIVIDADE, UMA DESCOBERTA

No início foi a corrida. Ao longo dos cinco anos em que integra a SaúdePerformance, Lawrene já uniu a prática de exercícios funcionais no Estúdio SaúdePerformance, a natação no Instituto Granbery e o ciclismo, que ganhou espaço durante um período em que não podia correr. “Fui só acumulando atividades na SaúdePerformance. Antes, sempre fiz academia durante três horas por dia: fazia spinning, musculação e tudo sempre com mais de uma ficha. Mas eu era inconstante, porque tinha época em que eu parava tudo e voltava à estaca zero. Agora, na SaúdePerformance, eu comecei e não parei“. A descoberta da equipe começou com o incentivo da irmã de Lawrene, Rebeca Gonzalez (hoje também atleta SaúdePerformance) que a convidou para correr uma prova em Belo Horizonte.  “Eu sempre via os atletas da SaúdePerformance treinando na UFJF e isso me estimulou a procurar uma assessoria.”

Lawrene (centro) com a irmã, Rebeca (direita)em treino de ciclismo contra o relógio.

Lawrene (centro) com a irmã, Rebeca (direita)em treino de ciclismo contra o relógio.

Encaixar as atividades no ritmo do dia a dia é sempre um desafio para quem inicia uma prática de atividade física. Para Lawrene, o mais importante foi ir adicionando as atividades uma por uma. “No começo você vai encaixando, até que chega uma hora em que você quer preencher seus dias com isso. No final das contas, fazer uma atividade de manhã e outra a noite não é tanto e dá pra levar tranquilamente”. Para ela, que atualmente estuda para prestar concursos, começar dentro dos seus limites foi importante para depois então superá-los. “Se a pessoa fizer dentro dos limites dela, ela consegue. Eu nunca tinha me imaginado fazendo um meio iron. Eu não nadava e nem pedalava desde os 12 anos. Minha primeira aula foi soltando borbolhas. De repente, você percebe que só é preciso duas coisas: persistência e paciência”.

Lawrene com seu irmão Eládio em competição de triathlon em 2013.

Lawrene com seu irmão Eládio em competição de triathlon em 2013.

“Eu agradeço muito ao Marcos (Hallack, treinador SaúdePerformance) porque tem coisas que eu não acreditava que eu faria e ele foi bem insistente. Eu já fiz inscrição de provas chorando! (risos) No meu primeiro triathlon eu falava: eu não consigo. Comecei a andar de bicicleta em janeiro e ele me pediu pra fazer a prova em abril! E ele me inscreveu. Isso aconteceu em várias outras provas. Foi uma felicidade tão grande que eu não acreditava que estava fazendo aquilo. Muitas vezes é só um limite que a gente coloca pra gente mesmo. Eu falo com ele que agradeço muito esse incentivo, foi o que me fez acreditar que eu conseguiria. Se fosse por mim eu não teria feito meio iron, eu falaria que não conseguiria até hoje”, diz a atleta, que completou seu primeiro Meio Iron em novembro de 2015.

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Ironman 70.3 conquistado, no Uruguai. Pode comemorar!

“O TRIATHLON NÃO É APENAS UM ESPORTE. É MUITO MAIS”.

Lawrene observa que todas as vivências que já teve com o esporte possibilitaram a ela enxergar potencialidades até então escondidas em si mesma, além de limitações que puderam ser vencidas. “O triathlon trabalha habilidades muito diferentes. Em uma prova longa você pensa em tudo o que você pode imaginar, tudo passa na sua cabeça. Quando chega na transição* parece um mundo novo que  está começando. É como se fosse uma nova prova, você se sente renovada e isso te dá força. Troca de músculo, troca o tipo de respiração”, avalia.

Depois de um rolê de responsa de Juiz de Fora a Itaipava!

Lawrene com os amigos de equipe no rolê de responsa de Juiz de Fora a Itaipava!

*Transição: momento da competição de triathlon em que o atleta passa da natação para o ciclismo e do ciclismo para a corrida.

CONHECIMENTO E EVOLUÇÃO PESSOAL

Poder acompanhar todos os aspectos de seu treino com o auxílio de um profissional é muito importante para a evolução do atleta. Lawrene acompanha com o treinador Marcos Hallack, através da modalidade Planilha Premium, cada passo dado rumo a novos desafios. “A evolução da Lawrene aconteceu de forma muito acentuada. Essa realidade tende a progredir muito mais, pois ela é uma atleta dedicada e em constante busca por aperfeiçoamento”, comenta Marcos, que além de acompanhar os treinos realizados auxilia na decisão e conquista de novos desafios.

Depois de um treino de corrida, Lawrene com seu alto astral habitual! (primeira a esquerda)

Depois de um treino de corrida, Lawrene com seus companheiros de equipe curtindo o sentimento de missão cumprida!

Para Lawrene a prática de todas as modalidades influencia diretamente a forma como lida com seus desafios do dia a dia. “A gente escuta que somos malucos o tempo todo. Mas a gente sabe que buscar um desafio para a nossa vida é muito bom. Em um primeiro momento parece que aquilo vai te cansar, mas não é nada disso. O esporte te dá foco, te ensina a ir para o caminho certo”. Lawrene se lembra de um dos momentos em que constatou de forma muito marcante o aprendizado pessoal que o esporte é capaz de proporcionar. “Teve uma prova em que eu não nadei. O mar estava calmíssimo, não tinha nada para ter medo. Mas eu me cobrei demais e não consegui nadar. Não foi nem a minha estreia, eu fiquei com medo mesmo. Tentei de novo e não consegui. E aí eu fiquei pensando nisso para a minha vida. Tudo que é novo eu ficava nervosa, bastante tensa. E isso só me atrapalhou: mesmo sem motivo aparente o nervosismo me impedia de fazer as coisas. Hoje em dia, em qualquer prova eu estou tranquila. Por exemplo, nas provas de concurso, eu nunca mais tive aquela tensão em que eu e não conseguia nem ler. Foi um aprendizado muito grande com o triathlon. Ali eu consegui ver um erro muito grande e olhar para mim mesma. Você consegue se conhecer melhor e ver vários detalhes que muitas vezes você não percebe na sua vida”.

Chegada alto astral na Meia Maratona do Rio de 2014. Show!

Chegada alto astral na Meia Maratona do Rio de 2014. Show!

Parabéns pela sua evolução Lawrene! É muito inspirador poder presenciar o seu comprometimento com o esporte. Obrigado por dividir isso com a gente e com todos da nossa rede de saúde e qualidade de vida. Que venham muitos e muitos novos desafios para serem superados, com mais um passo dado adiante em nossa caminhada de autoconhecimento.

 

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