Arquivo de Historias de sucesso:

Autoconhecimento para vencer os próprios limites

law 2012

O sorriso, a serenidade e a energia da Lawrene são suas marcas registradas.

Lawrene conheceu a SaúdePerformance e começou a correr em 2011, quando já não conseguia manter uma rotina de exercícios de forma regular na academia. De lá para cá, aprendeu a nadar – começando pela lição de soltar “borbolhas”- e a pedalar. Já conquistou diversas competições de sucesso como travessias no mar, meia maratonas, provas de trilha e um Meio Iron. Conheça mais sobre a história de uma guerreira que conhece bem tudo o que o esporte é capaz de fazer pela evolução física e mental de uma atleta.

A CADA NOVA ATIVIDADE, UMA DESCOBERTA

No início foi a corrida. Ao longo dos cinco anos em que integra a SaúdePerformance, Lawrene já uniu a prática de exercícios funcionais no Estúdio SaúdePerformance, a natação no Instituto Granbery e o ciclismo, que ganhou espaço durante um período em que não podia correr. “Fui só acumulando atividades na SaúdePerformance. Antes, sempre fiz academia durante três horas por dia: fazia spinning, musculação e tudo sempre com mais de uma ficha. Mas eu era inconstante, porque tinha época em que eu parava tudo e voltava à estaca zero. Agora, na SaúdePerformance, eu comecei e não parei“. A descoberta da equipe começou com o incentivo da irmã de Lawrene, Rebeca Gonzalez (hoje também atleta SaúdePerformance) que a convidou para correr uma prova em Belo Horizonte.  “Eu sempre via os atletas da SaúdePerformance treinando na UFJF e isso me estimulou a procurar uma assessoria.”

Lawrene (centro) com a irmã, Rebeca (direita)em treino de ciclismo contra o relógio.

Lawrene (centro) com a irmã, Rebeca (direita)em treino de ciclismo contra o relógio.

Encaixar as atividades no ritmo do dia a dia é sempre um desafio para quem inicia uma prática de atividade física. Para Lawrene, o mais importante foi ir adicionando as atividades uma por uma. “No começo você vai encaixando, até que chega uma hora em que você quer preencher seus dias com isso. No final das contas, fazer uma atividade de manhã e outra a noite não é tanto e dá pra levar tranquilamente”. Para ela, que atualmente estuda para prestar concursos, começar dentro dos seus limites foi importante para depois então superá-los. “Se a pessoa fizer dentro dos limites dela, ela consegue. Eu nunca tinha me imaginado fazendo um meio iron. Eu não nadava e nem pedalava desde os 12 anos. Minha primeira aula foi soltando borbolhas. De repente, você percebe que só é preciso duas coisas: persistência e paciência”.

Lawrene com seu irmão Eládio em competição de triathlon em 2013.

Lawrene com seu irmão Eládio em competição de triathlon em 2013.

“Eu agradeço muito ao Marcos (Hallack, treinador SaúdePerformance) porque tem coisas que eu não acreditava que eu faria e ele foi bem insistente. Eu já fiz inscrição de provas chorando! (risos) No meu primeiro triathlon eu falava: eu não consigo. Comecei a andar de bicicleta em janeiro e ele me pediu pra fazer a prova em abril! E ele me inscreveu. Isso aconteceu em várias outras provas. Foi uma felicidade tão grande que eu não acreditava que estava fazendo aquilo. Muitas vezes é só um limite que a gente coloca pra gente mesmo. Eu falo com ele que agradeço muito esse incentivo, foi o que me fez acreditar que eu conseguiria. Se fosse por mim eu não teria feito meio iron, eu falaria que não conseguiria até hoje”, diz a atleta, que completou seu primeiro Meio Iron em novembro de 2015.

12823130_1058946844156633_16382870_o

Ironman 70.3 conquistado, no Uruguai. Pode comemorar!

“O TRIATHLON NÃO É APENAS UM ESPORTE. É MUITO MAIS”.

Lawrene observa que todas as vivências que já teve com o esporte possibilitaram a ela enxergar potencialidades até então escondidas em si mesma, além de limitações que puderam ser vencidas. “O triathlon trabalha habilidades muito diferentes. Em uma prova longa você pensa em tudo o que você pode imaginar, tudo passa na sua cabeça. Quando chega na transição* parece um mundo novo que  está começando. É como se fosse uma nova prova, você se sente renovada e isso te dá força. Troca de músculo, troca o tipo de respiração”, avalia.

Depois de um rolê de responsa de Juiz de Fora a Itaipava!

Lawrene com os amigos de equipe no rolê de responsa de Juiz de Fora a Itaipava!

*Transição: momento da competição de triathlon em que o atleta passa da natação para o ciclismo e do ciclismo para a corrida.

CONHECIMENTO E EVOLUÇÃO PESSOAL

Poder acompanhar todos os aspectos de seu treino com o auxílio de um profissional é muito importante para a evolução do atleta. Lawrene acompanha com o treinador Marcos Hallack, através da modalidade Planilha Premium, cada passo dado rumo a novos desafios. “A evolução da Lawrene aconteceu de forma muito acentuada. Essa realidade tende a progredir muito mais, pois ela é uma atleta dedicada e em constante busca por aperfeiçoamento”, comenta Marcos, que além de acompanhar os treinos realizados auxilia na decisão e conquista de novos desafios.

Depois de um treino de corrida, Lawrene com seu alto astral habitual! (primeira a esquerda)

Depois de um treino de corrida, Lawrene com seus companheiros de equipe curtindo o sentimento de missão cumprida!

Para Lawrene a prática de todas as modalidades influencia diretamente a forma como lida com seus desafios do dia a dia. “A gente escuta que somos malucos o tempo todo. Mas a gente sabe que buscar um desafio para a nossa vida é muito bom. Em um primeiro momento parece que aquilo vai te cansar, mas não é nada disso. O esporte te dá foco, te ensina a ir para o caminho certo”. Lawrene se lembra de um dos momentos em que constatou de forma muito marcante o aprendizado pessoal que o esporte é capaz de proporcionar. “Teve uma prova em que eu não nadei. O mar estava calmíssimo, não tinha nada para ter medo. Mas eu me cobrei demais e não consegui nadar. Não foi nem a minha estreia, eu fiquei com medo mesmo. Tentei de novo e não consegui. E aí eu fiquei pensando nisso para a minha vida. Tudo que é novo eu ficava nervosa, bastante tensa. E isso só me atrapalhou: mesmo sem motivo aparente o nervosismo me impedia de fazer as coisas. Hoje em dia, em qualquer prova eu estou tranquila. Por exemplo, nas provas de concurso, eu nunca mais tive aquela tensão em que eu e não conseguia nem ler. Foi um aprendizado muito grande com o triathlon. Ali eu consegui ver um erro muito grande e olhar para mim mesma. Você consegue se conhecer melhor e ver vários detalhes que muitas vezes você não percebe na sua vida”.

Chegada alto astral na Meia Maratona do Rio de 2014. Show!

Chegada alto astral na Meia Maratona do Rio de 2014. Show!

Parabéns pela sua evolução Lawrene! É muito inspirador poder presenciar o seu comprometimento com o esporte. Obrigado por dividir isso com a gente e com todos da nossa rede de saúde e qualidade de vida. Que venham muitos e muitos novos desafios para serem superados, com mais um passo dado adiante em nossa caminhada de autoconhecimento.

 

Vencedora de impossibilidades

Quando o médico disse que Cátia Tomás de Carvalho não poderia mais praticar esportes, ela preferiu tentar seguir outro caminho. A mineira de Ubá tinha acabado de sofrer um acidente grave. Quinze anos depois, Cátia colhe os frutos de sua dedicação e diz que não poderia mesmo ser diferente: “tem muita coisa nos esperando e não vamos alcançar se desistirmos”. Este ano a atleta comemora um ano de SaúdePerformance com muitos treinos , competições e resultados de destaque no currículo. “Ela é uma locomotiva. E está sempre com o astral lá em cima”, elogia o treinador Marcos Hallack.

Cátia durante o percurso da Corrida do Batom, em março de 2015.

Cátia durante o percurso da Corrida do Batom, em março de 2015.

Formada em Educação Física, Cátia conheceu a Equipe SaúdePerformance pois estava em busca de treinamento profissional para se especializar nas modalidades esportivas, principalmente corrida, natação e ciclismo. “Nas corridas rústicas de Juiz de Fora, eu sempre via a SaúdePerformance. Mandei um email, entrei em contato e vi que realmente queria continuar a treinar triathlon. Já tenho quase um ano de amizades e gosto muito do pessoal e de treinar junto“. Cátia participa de muitas provas de corrida e triathlon, como a Rio Triathlon e o Rei e Rainha do Mar.

Cátia Tomaz – 01h28min47seg – 5º lugar na faixa 40-49 anos

Cátia Tomaz com o troféu de 5º lugar na faixa 40-49 anos este ano na Rio Triathlon.

Sarah, Cátia e Caludinha: um trio e tanto! Boooa meninas!

Cátia (centro) com Sarah e Claudinha na tenda da equipe durante a Corrida da Fogueira deste ano.

 

Cátia (segunda à esquerda) com as amigas de SaudePerformance na festa junina deste ano.

Cátia (segunda à esquerda) com as amigas de SaudePerformance na festa junina deste ano.

Hoje aos 45 anos, Cátia conta que sempre gostou de atividades físicas. No momento em que se viu impossibilitada de praticar para se recuperar do acidente, a vontade se manteve forte e a impulsionou adiante. “Corro desde os 8 anos de idade. A minha família é formada por contadores, e eu também me formei em contabilidade apesar de gostar de educação física e já ter nascido com esse gosto. Me formei com 20 anos em contabilidade e… fui fazer educação física! Eu já ajudava em uma academia de ginástica antes de fazer faculdade, pois já gostava muito. Aos 20 anos, comecei a fazer triathlon também e vi uma facilidade minha nessa modalidade. Foi quando sofri o acidente de moto e tive que abandonar tudo, ou seja, todas as atividades físicas. Fiquei durante dois anos na cadeira de rodas por causa do joelho, pois machuquei o lado esquerdo todo. Fui voltando aos poucos. O médico falou: ‘esquece essa vida de esportista, você não vai mais ser atleta’.

Cátia com seu sorriso contagiante na Corrida da Fogueira.

Cátia com seu sorriso contagiante na Corrida da Fogueira.

Cátia não seguiu o que o médico orientou e se manteve persistente. “Comecei aos poucos a correr, depois a pegar a bike. Eu voltei a correr sem ninguém saber, a princípio, até que tive um excelente resultado na 2ª Copa Interestadual de Mountain Bike, aos 35 anos. Fiquei em 2º lugar na categoria e em 10º lugar na colocação geral. E eu ainda não estava satisfeita: ganhei uma Speed (bicicleta) de um amigo, que falou: ‘Você tem cara de triatleta, você precisa ampliar suas modalidades’. Participei do Duathlon Thiago Machado e me apaixonei. Comecei a fazer natação para poder competir em triathlon e participei de provas em BH, RJ… já fiquei em 1º lugar na categoria diversas vezes. Venci as impossibilidades“.

Cátia, à direita, com a atleta Yvone Berg no Carioca de Duathlon em 2013.

Cátia, à direita, com a atleta Yvone Berg no Carioca de Duathlon em 2013.

No pódio de 5º lugar na 3ª etapa da Rio Triathlon.

No pódio de 5º lugar na 3ª etapa da Rio Triathlon.

Cátia comemora o 3º lugar geral na Corrida do Batom, em março de 2015.

Cátia com o troféu do 3º lugar geral na Corrida do Batom, em março de 2015.

A resistência de Cátia para lidar com as adversidades vem do esporte, segundo a atleta. “Até hoje tenho a perna dura, com uma prótese. Já cheguei em várias provas com dores, mas hoje em dia lido bem com a prótese permanente no joelho. O esporte é uma das coisas que quero fazer até chegar aos 70 anos. Eu acredito que o esporte promove essa adaptação da pessoa”. E para as pessoas que não se acham capazes de praticar um esporte, Cátia manda o recado. “Primeiramente é não se preocupar com a situação. Procurar o esporte que for possível, mas sempre ter um esporte, um movimento, uma atividade, ou seja, não ficar parado. Nós somos mutantes, nos adaptamos em qualquer situação. Nunca pare, bola pra frente! Você vai encontrar uma forma de se superar. Manda ver, pois tem muita coisa nos esperando e que não vamos alcançar se desistirmos.

Cátia mandando ver na Mountainbike

Cátia mandando ver na Mountainbike

Parabéns Cátia! Obrigado por compartilhar sua história com a gente todos os dias e também por aqui com todos nossos amigos e seguidores. Nos vemos no próximo treino!

“Se é para mudar, vou mudar direito”

Uma mudança conquistada e mantida com determinação e força de vontade.

Uma mudança conquistada e mantida com determinação e força de vontade. A diferença entre as fotos é de 7 meses: de janeiro até agosto até 2015.

Daniela Maria Gomes, 37 anos, casada com o Fernando, formada em gastronomia e atualmente do lar. Dos 106kg em janeiro de 2015 até os 68kg de hoje, 7 meses depois, muita coisa mudou. Ela venceu o cansaço e há 3 meses começou a treinar na SaúdePerformance, onde recebe elogios do treinador Marcos Hallack. “A Daniela é muito focada nos treinos, não perde um. E ela teve um resultado excelente na avaliação. Com certeza tem muitas conquistas pela frente”. Daniela tem dois filhos: a Ana Clara, de 14 anos e o Gabriel, de 6 aninhos, que está na SaudePerformance kids.

Durante nosso Tracknique

Durante nosso Tracknique o Gabriel aproveitou o trajeto para se divertir! E o papai Fernando estava logo ali, de olho. :-)

Acompanhe a história pessoal da Daniela, em que ela conta suas motivações, dificuldades e conquistas.

“Fiz a cirurgia bariátrica em janeiro deste ano (2015), quando eu estava com 106kg, diabética e hipertensa. Depois de um mês fui liberada e comecei a fazer caminhada. Sempre via alguém correndo da SaúdePerformance, procurei a indicação das pessoas e fui muito recebida. Foi muito difícil. Ainda é difícil. A maior dificuldade é vencer o cansaço físico na hora de correr, quando está doendo a perna, a dificuldade na respiração. Com o tempo, descobri que dá pra continuar, que vai parar de doer, que meu corpo vai acostumar a correr ao invés de correr e parar”.

MUDANÇA TOTAL

“Corri os 5km da primeira planilha, depois 6km, fiz treinos de 40 minutos e 1 hora. Muda tudo né? Quando fiz a cirurgia minha vida toda mudou. Muda a sua resistência, o sono. No início eu ficava muito cansada. No primeiro mês eu não era ninguém! Tudo doía, eu ficava muito cansada. Aos poucos eu fui me acostumando”.

O dia dos primeiros 5km! Um conquista comemorada por Daniela junto ao monitor Edson Nascimento. Show!

O dia dos primeiros 5km! Um conquista comemorada por Daniela junto ao monitor Edson Nascimento. Show!

SE É PARA MUDAR, VOU MUDAR DIREITO.

“A mudança de vida que eu escolhi foi determinante: se é pra mudar eu vou mudar direito, não adianta só fazer a cirurgia, ou só correr e depois não treinar. Não deixei de fazer nenhum treino. Até aumentei meu volume de treinos. Foi essa a minha escolha por mudar de vida. E estar correndo é muito bom, porque é ao ar livre. É muito bom sair de casa mesmo quando não estamos muito afim. Agora estou com 68kg e ainda faltam 8kg para a minha meta”.

UM PASSO A FRENTE A FAVOR DA SAÚDE

“A gente não para pra pensar no mal que estamos fazendo a nós mesmos. Eu estar acima do peso nunca me incomodou, eu sempre achava roupas e sapatos. Quando eu vi a questão da doença, com 36 anos e dois filhos, não dá pra olhar pra gente e ficar satisfeito ou ficar tomando um monte de remédio o dia inteiro. Tenho que fazer algo, tentar buscar o melhor. É difícil começar, é difícil dar o primeiro passo. Correr não é fácil, é muito difícil. Eu acho lindo as pessoas que correm. Você não vê ninguém com a cara amarrada. Eu ia para a academia (de ginástica) forçada… ninguém falava nada com você. Nos treinos de corrida todo mundo sempre conversa, você não vê ninguém mau humorado: você vê que que aquilo faz bem. Hoje meu dia a dia é todo programado para não faltar aos treinos. A gente tem que tentar levantar e ir. Não é fácil, mas vale a pena”.

CORRER AOS POUCOS PARA CORRER PRA SEMPRE.

Não existe resultado imediato, nem para quem precisa muito. É demorado, é difícil. Antes de eu fazer os 5km meu objetivo era não desistir. A ideia é essa: continuar. Minha meta agora é fazer 8km e continuar. Quero participar de provas com o tempo, sem pressa. Continuar melhorando. E pensar que eu demorava uma hora pra caminhar 2km. É difícil, mas tem jeito”.

Parabéns Daniela! Obrigado por compartilhar sua história com a gente. Às vezes só é preciso uma história como a sua para que muitas pessoas se sintam capazes de fazer algo em benefício de si mesmas. Vamos em frente, guerreira! Conte com a gente.

 

“O esporte salvou minha vida.”

Eduardo Scaldini nos surpreende quando mostra as suas fotos de cinco anos atrás. Sua aparência em nada lembra a disposição e a energia que estamos acostumados a ver. Seja para participar de uma prova de corrida ou para um treino de mountainbike, Scaldini está sempre compartilhando convites e animando a todos. Acompanhe essa história de sucesso!

FotorCreated

Antes e depois de uma transformação positiva!

“Comecei a praticar atividades físicas quando eu era lutador de Jiu Jitsu, com 15 até os 19 anos. Quando quebrei o joelho parei com todas. Eu fiquei acomodado, não estava esquentando cabeça. Nunca fui magro, mas já fui nadador, sempre ligado ao esporte. Fiquei cinco anos parado e dos 90kg que eu estava, cheguei aos 149Kg. Me acomodei e já era: eu não queria sair daquela inércia. Dos 21 aos 26 anos fiquei sem fazer nada, só engordando”.

Scaldini (de branco, ao centro) em 2011.

Scaldini (de branco, ao centro) em 2007.

Foi preciso um grande choque de realidade para que Eduardo despertasse para a vontade de mudar. “O estímulo que tive, para comecei a fazer alguma coisa, foi quando a médica cardiologista falou que eu ia morrer. Eu tinha 27 anos e a cardiologista foi incisiva: ‘você vai morrer. Isso é um absurdo, você com essa idade e 149Kg’. Aquilo me tocou mesmo pra mudar”. Eduardo começou a malhar, pedalar e foi percebendo os benefícios do esporte para seu bem estar.

Em novembro de 2013, entrou na equipe SaúdePerformance, onde começou a praticar corrida.

Em novembro de 2013, entrou na equipe SaúdePerformance, onde começou a praticar corrida. Na foto, ele e Isabela na Corrida Camilo dos Santos (dezembro de 2013).

“Comecei a namorar a Isabela (atleta SaúdePerformance) e conheci o Marcos Hallack. Só comecei a correr de verdade com a SaudePerformance. A primeira prova de corrida foi a Camilo dos Santos de 2013 e aí não parei mais. O ambiente da equipe é legal, a turma super gente boa.  Só tenho a agradecer ao esporte, só tenho essa vontade de viver por causa do esporte. Eu gosto muito disso!”.

A felicidade de cada conquista fica estampada no rosto de Eduardo. Dá gosto de ver!

A felicidade de cada conquista fica estampada no rosto de Eduardo. Dá gosto de ver!

Para quem acompanha sua rotina, Scaldini comprova que sua evolução faz parte de um esforço diário. Sua agenda é completa: malhação na segunda-feira, corrida na terça, pedal na quarta, corrida na quinta, malhação na sexta, pedal no sábado, corrida e pedal no domingo. “É pesado mas é prazeroso. Trabalho com contabilidade, sentado. Se eu não tivesse tomado essa atitude eu estaria muito mal ou teria morrido. Foi tudo sem nenhuma cirurgia e sem nenhum comprimido sequer. Apenas fé em Deus, muita força de vontade e muita atividade física. Faço com gosto e não penso nunca em parar“.

Eduardo Scaldini com a galera do treino noturno de ciclismo (segundo à direita).

Eduardo Scaldini com a galera do treino noturno de ciclismo (segundo à direita).

As mudanças na rotina refletiram em outros aspectos de sua vida, como a alimentação e as saídas noturnas. “Hoje em dia seleciono muito minha alimentação, mas de forma natural, eu faço isso porque me sinto bem. Percebi que antes eu não olhava nada que eu estava comendo. Eu tinha preguiça até de ir na padaria a pé. Eu só queria sentar no bar e comer porcaria. Minha alimentação mudou quando resolvi entrar pro esporte, isso mudou totalmente meu estilo de vida”. As saídas noturnas também mudaram. “Nem aguento sair muito tarde. Quando dá 23h eu e a Isabela já temos vontade de ir embora, já estamos cansados. Mas é natural, é prazeroso. O esporte salvou minha vida. Os exames que fiz há pouco tempo comprovam: antes eu estava quase diabético, com 149Kg e subindo, com colesterol e triglicérides ruins, e hoje está tudo controlado. Tenho 92Kg e ainda quero chegar aos 85″.

A dedicação de Eduardo em todas as modalidades vai se ampliar em 2015. Vamos nessa!

A dedicação de Eduardo em todas as modalidades vai se ampliar em 2015. Vamos nessa!

Hoje, aos 34 anos, Scaldini percebe as conquistas que alcançou e faz planos. “Em quatro anos eu perdi mais de 50kg sem tomar nada. Em um ano de SaúdePerformance já corri quatro meias maratonas, pedalo sempre, corri praticamente todas as corridas de 2014 de Juiz de Fora. Tenho o sonho de fazer o Meio Iron e uma Maratona em 2015”. E para quem acredita que histórias como esta são impossíveis de acontecer consigo mesmas, ele manda o recado:

 “Muda de vida. Muda! É difícil, não é fácil, mas é muito gratificante. Não fica parado não, você não vai conseguir viver muito tempo desse jeito”.

“Quero agradecer também o Cadinho da Pulse, que foi meu personal, com ele perdi uns 15Kg. E também ao Danilo Reis Coimbra, meu primeiro incentivador. Ele que começou a me puxar para fazer alguma coisa”.

Parabéns Scaldini! Força de vontade e determinação se demonstram no dia a dia e você é exemplo disso. Pode contar com a gente para alcançar mais objetivos em 2015 e claro: com esse ALTO ASTRAL lá no alto!

Valeu Eduardo!

Valeu Scaldini! Tâmo junto!

Alto astral para começar… e continuar!

Três anos após a decisão de começar: Pedro em 2011 e em 2014.

Três anos após a decisão de começar: Pedro em 2011 e em 2014.

Ele é um atleta de sorriso fácil. Mas o que qualquer atleta da SaúdePerformance já sabe é que Pedro Ivo, mineiro de Guarani, é capaz de te fazer sorrir até durante o treino mais duro, com seu estilo divertido e espontâneo. A grande explicação para o se manter em atividade, segundo ele, é gostar do que faz, e sobre isso ele fala sério. “O mais importante para praticar uma atividade física regular é que você tem que fazer o que gosta, por prazer. Se virar só obrigação, pode buscar outra atividade para ser seu hobby. Tem que ser por prazer”.

Pedro (primeiro à direita) durante o treino de ciclismo da Saúdeperformance. Alto astral!

Pedro (primeiro à direita) durante o treino de ciclismo da Saúdeperformance. Alto astral!

Tudo começou em 2011 quando Pedro participou de sua primeira prova, na Corrida da Fogueira. Lá ele conheceu a tenda da SaúdePerformance e quis fazer parte da equipe. “Em agosto já comecei a treinar corrida. Eu estava com colesterol alto e altas taxas de açúcar no sangue, quase diabético. Tive uma infância e adolescência ativas, mas depois que vim para Juiz de Fora acabei ficando mais desleixado com a saúde”. Após um ano de treinos Pedro já acumulava a modalidade de ciclismo. Com um ano e meio começou a fazer natação e, após dois anos, começou a praticar o triathlon, todas as modalidades também com a equipe SaúdePerformance. “Eu senti que queria começar no triathlon porque via a galera fazendo e queria fazer também, achava bacana. Tive muita pilha do Marcelão (Marcelo Pasquini) e incentivo do Marcos (Hallack, treinador) também”.

Meio Iron no Panamá

Pedro no Meio Iron no Panamá na corrida…

Meio Iron no Panamá: uma grande conquista.

…e no trecho de ciclismo da prova.

Suas conquistas foram acontecendo no mesmo ritmo da dedicação e do compromisso com os treinos e orientações. A primeira Meia Maratona (21Km) aconteceu em 2012, na Meia Maratona Internacional do Rio, e em Fevereiro de 2014 estreou no Meio Iron (1,9km de natação+ 90km de bike + 21km de corrida), no Panamá. “Completar uma Meia Maratona e um Meio Iron são coisas que antes eu pensava que eram impossíveis. Hoje tenho como meta fazer pelo menos duas provas de cada por ano. É só tentar que consegue. E o esporte é algo que você leva pra vida”. E qual das três modalidades ele prefere? “Com o ciclismo você vai mais longe. Mas gosto mesmo é das três modalidades juntas”.

Na praia, curtindo depois da proa do Rei e Rainha do Mar.

Na praia, curtindo depois da prova do Rei e Rainha do Mar.

Olhando as fotos de Pedro é surpreendente perceber que o tempo que separa a mais antiga da mais recente são apenas três anos. A trajetória dessa transformação foi feita de força de vontade, esforço e bons momentos no esporte com os amigos de equipe. “O mais legal é a sensação de bem estar, de você estar se superando, manter sua saúde, estar em forma. Mente sã e corpo são. E a energia da galera também que te puxa”. E como a energia do esporte é contagiante, a esposa de Pedro, Solange, agora também faz parte da equipe. “Ela ficava em casa esperando e agora ela viu que é melhor vir também (risos)”. Solange completou este ano sua primeira meia maratona em São Paulo.

Pedro e a esposa Solange: união também no esporte.

Pedro e a esposa Solange: união também no esporte.

Algumas mudanças aconteceram na rotina para que os resultados fossem alcançados. “Não consigo ficar acordado até depois de 23h, não bebo antes de dia de prova. E não faço regime mas frequento nutricionista. Além disso tem também fisioterapeuta e cardiologista também”. Para ele cada esforço vale a pena. “É fácil começar, o difícil é continuar. No dia 1º de janeiro todo mundo fala: vou fazer uma atividade fisica, vou emagrecer. Tem dias que eu não estou afim mas vou mesmo assim. No meio do treino acabo gostando e vou até o final”.

Parabéns Pedro Ivo! Estamos juntos em muitos treinos e provas pela frente.

Noticias
Apoios e Patrocinios